Assembleia Geral se encaminha para uma conclusão

Por Julia Paiva, COC Floripa.

Duas propostas foram enviadas e lidas pela mesa. A primeira, feita pela Alemanha, França e Reino Unido, foi aprovada por 22 países, e foi levada à votação para a criação de emendas. A segunda proposta, feita pela Síria, teve 17 países de acordo.

Cinco minutos foram cedidos aos delegados para que as emendas fossem criadas.

Espanha vs Cuba

Por Roberta Dutra e Letícia Martins

Durante a assembléia geral um delegado da Espanha mencionou que a união soviética fracaso por ser socialista ecomo a Cuba Também segue esse modelo político,  ele comentou que o povo de Cuba não consegue nem comprar um  papel higiênico

Bolívia, um aliado de Cuba comentou sobre o que foi dito pelo espanhol, que na América do Sul não faltava papel Higiênico.

Durante o debate informal, o Delegado da Espanha mencionou novamente sobre o socialismo: “Ém relação a Cuba á uma coisa que se pode ver, porque a verdade foram 50 anos de miséria, e, eles até mostraram dados para negar isso, porém é uma coisa que todos sabem que acontece, no caso da união soviética é totalmente visível  pois dês de 1991, não vimos nenhuma de delegação da união soviética dentro da ONU, justamente porque as políticas que Cuba tenta aplicar na força, não dá certo, ainda mais no território grande como é a união soviética”

O delegado de Cuba deu a sua resposta ao delegado da Espanha: “É um a falá totalmente contraditória e sem precedentes pois eles  defendem um estado mínimo e o capitalismo que gera muitas contradições que estão ameaçando a nossa espécie, pois como eles se pauta  somente para a economia, eles ameaçam aquilo que é mais importante, o ser humano”

Decoro, senhores delegados!

Por Julia Paiva, COC Floripa

“Melhor faltar papel higiênico do que ética e vergonha na cara!” – Delegado Venezoelano

As discussões calorosas que estão acontecendo levaram a mesa a suplicar que as delegações se lembrassem do motivo da reunião.

Acaba de ser votado e aprovado por uma maioria de 21 países de que encerre o debate e que vá direto à lida das resoluções, devido ao nível que o debate chegou e à falta de tempo. No entanto, essa decisão apenas gerou mais discussão. A delegação iraqueana exigiu uma recontagem de votos, já que considera um absurdo e uma vergonha que se encerre o debate. A mesa recontou os votos como foi pedido – 23 países, dessa vez, e se prepara para ler as propostas de resoluções.

Conselho de segurança termina 1° parte da reunião sem chegar a um consenso

O Conselho de segurança e reunião com outros países, discutiram nesta 1° parte o artigo 8 da resolução da Grã-Bretanha em que ela defende o novo plebiscito realizado pela ONU com supervisão da Russia e da Ucrânia.

A discussão é adiada pois vários países não entram em acordo, por que alguns pretendem tomar a frente do novo plebiscito

Conselho de Segurança em intervalo sem uma decisão concreta

Conselho de Segurança em intervalo sem uma decisão concreta

Por Alice Queiroz e Richard Soledade- militar

Ânimos exaltados na Assembleia Geral

Por Julia Paiva, COC Floripa

Após acusação por Cuba de terem criado o Grupo Estado Islâmico, um delegado dos Estados Unidos da América pede a palavra novamente e chama de incoerente a fala dos delegados cubanos. Em entrevista, uma representante estadunidense falou que além de incoerente, a ideia de que os EUA teriam criado o ISIS é ” uma mera teoria conspiratória que ronda a internet e jornais baratos e falsos”. Ela também afirma que é completamente absurdo, pois os Estados Unidos nunca financiariam um grupo que tem um forte potencial para destruí-los. Segundo ela, a motivação para que os delegados fizessem essas acusações seria o ódio aos Estados Unidos e, ainda, à democracia.

Em resposta, os delegados cubanos disseram que o ISIS foi criado por causa da pressão exercida pelos Estados Unidos em dividir aquele território.

Assembleia geral sobre o ISIS

Assembleia geral sobre o ISIS

Posicionamentos na Assembléia Geral do ISIS

A assembléia geral da parte da tarde iniciou-se às 14h e discute sobre o Estado Islâmico.

Apresentamos, aqui, o posicionamento de alguns países até o atual momento:

  • Alemanha: Aprova a intervenção militar na região para promover a paz e fornece armamento e treinamento para o fim do ISIS.
  • Angola: Contra a intervenção militar. Pacifista.
  • Arábia Saudita: Contra o califado.
  • Argentina: Pacifista. Argumenta que diplomacia é o fim para o ISIS.
  • Áustria: Contra o terrorismo. Doou ajuda ao Iraque para o fim do terrorismo.
  • Bélgica: Contra o ISIS e o califado.
  • Bolívia: Contra a intervenção militar na região.
  • Chile: Condena qualquer forma de terrorismo.
  • Chipre: Argumenta que medidas são necessárias para acabar com o ISIS, mas não especifica que tipo de medidas.
  • Colômbia: Argumenta que medidas são necessárias para diminuir o ISIS, mas não especifica que tipo de medidas
  • Coréia do Norte: Argumenta que medidas são necessárias para diminuir o ISIS, mas não especifica que tipo de medidas.

Como pode-se perceber, existem apenas duas linhas de posicionamento principais entre os países citados, os que são a favor da intervenção militar e os que são pacifistas.

Por Victor Feroldi e Vitória Garibaldi

Unasul em fogo

A pauta que ocorreu hoje na Unasul estava bem discutida entre os países da América do Sul e os Estados Unidos da América. O tema era a retirada ou a permanência de bases militares estadunidenses que estão presentes no território da Colômbia.

Os Estados Unidos mantém essas bases militares instaladas no território colombiano para combater o narcotráfico, pois segundo os norte-americanos o tráfico de drogas ilícitas atinge totalmente o país, afetando a saúde da população e trazendo problemas sociais. A Colômbia aprova essas bases em seu território, pois também acha que irá favorecer a proteção de sua nação e intensificar a luta contra o narcotráfico.

Já a Venezuela, Bolívia, e Brasil vem lutando para que isso seja rejeitado. Os argumentos desses países são totalmente a favor da retirada das bases militares, criticando totalmente o militarismo norte-americano e o julgando como uma ameaça para a América do Sul. Receiam também que isso seja um antecedente para algum conflito, devido a um imperialismo forte.

Foi um intenso debate diplomático, onde vinham acusacoes e criticas por todas a partes. Os Estados Unidos acha extremamente fundamental o apoio e envio de militares para a Colômbia, pois nenhum outro país sul-americano conseguiria dar o suporte que a Colômbia precisa, devido problemas e crises internas que esses nações sofrem. Alegam também que a militarização é muito pacífica, e que não apresenta problema nenhum, apenas a solução de segurança para os países.

Os argumentos de defensa da Venezuela, Bolívia e Brasil era que com a união dos países da América do Sul o narcotráfico podia ser sim combatido, e isso também seria ótimo para uma aliança e fortalecimento entre os mesmos. Ao final, houve o pedido de acabar com o tráfico de drogas ilícitas sem a intervenção dos norte-americanos, o que causou uma onda de pressão para os Estados Unidos e os países a seu favor.

No final, houve a votação da resolução,em que a da Argentina foi escolhida. A resolução era a favor da permanência das bases estadunidenses, tendo em vista que para os países que votaram a favor julgaram que a Colômbia tem total direito de escolha e soberania. Algumas emendas foram feitas e o debate terminou sem nenhum empecilho polêmico.

Por Isabela Balza.

Paz e Democracia

Por Roberta Dutra e Letícia Martins

Durante o debate do conselho de segurança, todas as delegacias pareciam confiantes de seus argumentos. O foco do debate é chegar à uma conclusão sobre a “invasão” da Rússia na Ucrânia.

Os países que eram contra a Rússia queriam apenas algo democrático e justo. Os Estados Unidos, o grande opositor mencionou que condenam as ações dos russos.

A federação russa afirmou em seu comentário que a Ucrânia tem um passado e cultura muito parecidos, sendo assim queriam seus respeito pelo povo ucraniano e negam qualquer tipo de ataque na Ucrânia.

No final da audiência os delegados discutiram sobre resoluções feitas na assembléia geral, deste modo puderam acrescentar ou retirar pontos da resolução.

Concluímos assim que todos os países querem paz e também preservar os direitos humanos.

Debate

Encerra-se a reunião da União Européia

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A reunião da União Européia que tinha como objetivo a discussão sobre a adesão da Turquia, chegou ao fim. Países como Espanha, Lituânia e Suécia eram a favor da Turquia e seus principais argumentos eram que fatores como religião e economia não eram empecilhos para a não anexação. Para a França, ideais religiosos também não eram problema, mas o que fazia o país ser contra a proposta era a o grande fluxo de pessoas que teriam livre circulação por todos os países da U.E.

Propostas de resolução foram enviadas pelas delegações britânica e helênica, sendo que a aprovação deu-se para a do Reino Unido. Suas propostas consistiam na aprovação da Turquia como membro provisório, sendo que, primeiramente, cumpra os critérios de Copenhague referentes aos direitos humanos e política num prazo mínimo de sete anos. Além disso, exigia que a República da Turquia cumpra com todos os critérios restantes de Copenhague num prazo de dez anos adicionais, para que assim, torne-se membro permanente do bloco. O cumprimento desses critérios o mais rápido possível também constava na proposta de resolução. A retirada de cinquenta por cento das tropas turcas no Chipre em, no máximo, cinco anos, foi apresentada, juntamente com a remoção total quando assegurada a segurança dos turcos que ainda residem na República do Chipre.

Como resolução aditiva, foi proposta a criação do partido turco no Chipre, a qual foi aprovada. Duas propostas feitas pela delegação da Grécia em sua resolução também foram aprovadas sendo uma delas sobre a libertação de jornalistas, ativistas das mídias sociais e oficiais dos meios de comunicação, apelando para a conduta de apurações emancipadas, de forma que todos os detentos tenham direito de acesso e escolha de advogados de seu desejo. E a outra sobre a exigência que autoridades turcas respeitem os direitos humanos e a garantia de liberdades fundamentais à sociedade turca.

Por Vitória Garibaldi